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Gamificando a jornada do paciente

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Gamificando a jornada do paciente

Por muitos anos, os setores de bens de consumo e varejo tinham as melhores práticas para medir a satisfação do cliente, usando métricas como o Net Promoter Scores (tem como objetivo medir a satisfação e fidelidade dos clientes com as empresas) ou a média de avaliações de clientes em sites, como a Amazon. Algumas dessas companhias deram um passo à frente ao vincular os bônus de seus executivos a essas métricas conduzidas pelo cliente (além das métricas por desempenho financeiro) para garantir um foco na fidelização do cliente em longo prazo.

Tecnologia e inovação no desenvolvimento de novas drogas são “marcas registradas” quando pensamos em indústrias farmacêuticas. Mas, a forma de se relacionar (e não apenas a forma de levar conteúdo) com médicos e pacientes/familiares aprimorou-se muito pouco, ou quase nada, nas últimas décadas, mesmo com os adventos digitais.

Um bom exemplo disso é não terem começado a desenvolver o potencial valor que o design agregará ao business (consideradas as barreiras regulatórias). E quando falamos em pessoas e suas motivações (ou a falta delas), um caminho promissor é o processo de design de Gamificação – método de design centrado no usuário/foco de um determinado processo, nesse caso são pacientes/familiares/médicos (o que temos hoje é o design focado na função que a pessoa deve fazer), que pode ser aplicado para diversas indústrias, com diferentes fins e evidenciamos aqui a oportunidade na melhora da experiência/jornada dos pacientes.

A aderência ao tratamento para os diferentes tipos de patologias é um desafio para pacientes, médicos, familiares e a Gamificação traz uma abordagem totalmente nova, podendo contribuir decisivamente no processo de conscientização da população, de maneira inovadora e atrativa, reinventado a forma de se relacionar com pacientes e os demais stakeholders dessa cadeia de valor.

Para pacientes, familiares, cuidadores, entre outros:

  • Conscientização sobre doenças (doenças autoimunes, doenças degenerativas, transtornos afetivos, mentais, diabetes, tabagismo, etc.) ou condições (idosos, crianças, grávidas e mães, necessidades especiais, etc.);
  • Adesão ao tratamento e permanência – lembretes do horário de administração do medicamento, lembrete quando o medicamento está acabando;
  • Dicas de saúde confiáveis.

Objetivos de saúde, nível de informação e bem-estar podem ser estipulados, estimulados e alcançados de forma ludificada e vão, desde reduzir o estresse, parar de fumar até o controle do diabetes ou da depressão.

Bilhões de dólares são gastos anualmente para validação de novas drogas, dispositivos e intervenções médicas. À medida que a ciência avança e os tratamentos se tornam mais complexos, são necessárias novas estratégias para aprimorar as relações e a experiência promovida.