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É mesmo o dinheiro que motiva os atletas de alto rendimento?

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É mesmo o dinheiro que motiva os atletas de alto rendimento?

A fase de grupos do maior torneio de futebol do planeta terminou nesta quinta-feira (28). Os 48 confrontos da primeira fase tiveram média de público de 45394 torcedores e geraram 122 gols, o que dá uma média de 2,5 gols por partida. Dos nove empates até aqui, só houve um 0 a 0, entre França e Dinamarca.

 

O torneio recheado de seleções de 32 países e craques milionários, irá ainda mexer com os sentimentos do mundo inteiro até dia 15 de julho, data da grande final.

 

Esse é o ápice que um atleta de futebol pode chegar na carreira ou o motivador é apenas o dinheiro?

 

Muitos dos jogadores que disputam o torneio são absolutamente bem sucedidos em seus clubes, vencedores, com altíssimos salários e suntuosos contratos de publicidade. Então, o que os leva os querer disputar um campeonato que ocorre a cada quatro anos? A premiação?

 

É evidente que não. Em entrevista recente, Cristiano Ronaldo, craque do Real Madrid e da seleção portuguesa, eleito cinco vezes o melhor jogador de futebol do mundo, afirmou não jogar por dinheiro. Disse ele: “Tento ser o melhor na minha profissão e trabalho para isso. Ser o jogador mais bem pago ou o jogador mais valioso, não é isso o que me motiva. O que me motiva é jogar futebol e ser o melhor. Amo o meu trabalho, adoro jogar e me divirto. É isso que procuro: deixar as pessoas próximas de mim felizes, meus fãs e a mim também”.

 

Muito mais do que a premiação, esses “super stars” do futebol possuem um propósito: de servir seu país de e de representar o seu povo. Além disso, jogadores que participam do maior torneio de futebol do planeta ganham um novo status – passam a pertencer a um grupo seleto de atletas, que chegaram ao ápice em sua profissão, a aceitação (em países em que o futebol não é um esporte valorizado) e há ainda um outro fator: destacar-se neste campeonato é uma maneira de melhorar/aumentar sua reputação e seu valor no mercado.

 

Façamos então um paralelo com os programas de incentivo: o cliente não procura apenas pelo prêmio. Ele quer um motivador, um atrativo. Ele quer a exclusividade, algo que faça a diferença.

 

Ser um campeão do mundo é o espelho da personalização. Simplesmente é ter o reconhecimento pelo seu valor, pelo patamar que foi alcançado.